Para Descontrair

July 1, 2007

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Japonês tem cada uma

July 1, 2007

Faça o download: ExhumeItSetup.zip
Plataformas: Windows 2000, XP & Vista
De tempos em tempos, todos nós apagamos arquivos por engano. Às vezes ao esvaziar a lixeira do Windows, por outras fazendo uma limpeza que não deu muito certo. A sensação não é nada boa, especialmente quando não temos um becape do arquivo.

Recomendamos para esses casos o ExhumeIt – um utilitário que pode salvar seu traseiro pois permite recuperar arquivos que foram deletados de uma maneira irrecuperável pelo sistema operacional.

ExhumeIt é uma ferramenta que permite buscar arquivos em partições FAT, FAT32 e NTFS. Ela funcionará muito bem nos casos onde um novo arquivo não foi escrito no local em que o antigo estava, permitindo a recuperação completa ou parcial dos dados.

Utilizando ExhumeIt

ExhumeIt é muito fácil de usar. Ao rodar o programa, selecione um drive ou partição e clique no botão Analyze. ExhumeIt fará um mapeamento da partição, buscando por arquivos deletados. O tempo para finalizar o mapeamento pode variar, dependendo do tamanho e tipo de partição. Em partições NTFS, a análise é feita bastante rápido (ExhumeIt utiliza um driver avançado para ler partições NTFS).

Quando a análise for finalizada, você verá uma lista de arquivos deletados, que podem ser selecionados de acordo com um filtro. O padrão mostrará todos os arquivos deletados da partição, mas você pode selecionar qualquer tipo de arquivo na lista de filtros para localiza-lo com mais facilidade.

Na lista, você verá o nome, condição, tamanho, última modificação e a pasta original do arquivo. A informação mais importante sobre ele é a sua condição.

Quando um arquivo é apagado, os clusters na partição tornam-se disponíveis para serem escritos. Por causa disso, é importante utilizar a ferramenta assim que você descobrir que apagou o arquivo por engano.

ExhumeIt mostrará as seguintes condições para cada tipo de arquivo deletado:

  • Cluster in use by an active file – Um ou mais clusters do arquivo deletado estão em uso por outro arquivo em seu sistema. Pode ser possível recuperar parcialmente os dados de documentos de textos ou arquivos não-binários.
  • Unrecoverable – A informação contida na tabela FAT/MFT não pode ser reconstruída.
  • Truncated – Um ou mais clusters do arquivo deletado estão em uso por outro arquivo deletado. Pode ser possível recuperar parcialmente os dados de documentos de textos ou arquivos não-binários.
  • Possibly recoverable – Nenhum dos clusters de seu arquivo estão em uso por outros dados ou arquivos deletados. Isso não garante a integridade dos dados, mas há boas chances de que seus preciosos documentos sejam recuperados. Utilize a opção Preview para verificar a “recuperabilidade” do arquivo.

Recuperando um arquivo

Após escolher o arquivo que você quer recuperar e conferir a condição dele, você deverá selecionar um local para guardá-lo. Logo acima da lista de arquivos deletados está o caminho para arquivos recuperados. Recomendamos que você selecione um outro lugar da partição, diferente do original, para não escrever dados na mesma origem em que está recuperando.

Agora selecione os arquivos que você deseja recuperar na caixa de dialogo e pressione o botão Recover. O padrão do aplicativo será fazer a recuperação com o caminho original completo, incluindo estrutura de diretórios. Você pode optar por não refazer a estrutura de diretórios, selecionando apenas um destino para salvar seus dados recuperados.

Se você não tiver certeza de que o arquivo a recuperar é o correto, você pode utilizar a opção preview. O botão preview permite ver o conteúdo do arquivo com o aplicativo padrão do sistema (se ele existir), com o Bloco de Notas, um visualizador hexadecimal ou qualquer aplicativo de sua escolha.

Fonte : PC MAGAZINE

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Você pagou por acesso rápido à internet, mas por algum motivo a leitura de websites parece lenta. Estranhando o ocorrido, você liga para o serviço de atendimento ao cliente do seu provedor de Internet.

Após um longo tempo ouvindo à uma vibrante trilha acompanhada por uma narração que exalta as qualidades da empresa, você é atendido: o funcionário confere as suas configurações, efetua um teste de banda e… tudo OK, não há nada com a sua conexão.

Tentando dar um fim ao mistério, um técnico da empresa faz a rotineira visita à sua casa, confere os cabos na caixa de entrada, faz um teste de ping e, sem solução, assina a ordem de serviço indicando que nenhuma deficiência foi encontrada.

E agora, o que fazer? Há uma solução simples (e gratuita) que pode resolver o seu problema. Existe um importante elemento para que sua conexão funcione bem, que é o servidor de DNS. Ele permite traduzir os nomes de domínios (como www.pcmag.com.br) em números de IP correspondentes (como 200.221.8.150).

O problema é que no Brasil, os servidores de DNS raramente funcionam de forma otimizada. Muitos provedores de internet sofrem para resolver os domínios com rapidez, resultando em páginas que demoram para abrir, apesar da enorme banda contratada estar sobrando.

O que fazer, nestes casos? Corte o mal pela raiz: ao invés de utilizar os números fornecidos pela empresa, adote o OpenDNS. Este serviço gratuito (e nada intrusivo – garantido) faz uma rápida busca e tradução dos endereços, que são usados a cada vez que você manda um e-mail, visita uma página de internet, utiliza serviços peer-to-peer, e assim por diante.

Utilizando uma base de dados inteligente, o OpenDNS beneficia o usuário com sua rede de alta performance, distribuída geograficamente e acompanhada por servidores redundantes. O serviço responde à sua conexão utilizando o servidor mais próximo, tornando tudo mais rápido e confiável.

Além disso, o OpenDNS oferece serviços muito interessantes. Erros de digitação comuns, como digitar .cmo ao invés de .com, são corrigidos automaticamente, de forma transparente para o usuário. Um virtuoso filtro contra phishing (uma entre as diversas formas de tentar roubar o seu dinheiro com golpes online) impede que você entre em sites comprovadamente perigosos, exibindo um aviso no navegador.

Quer mais? Não é necessário instalar absolutamente nada em seu computador, e o serviço funciona em qualquer sistema operacional: Windows, MacOS, Linux, e assim por diante. A empresa ganha dinheiro ao exibir propagandas e anúncios APENAS nos sites que você digitar errado, cujo domínio não existir. Trocando em miúdos, ele não interfere em sua navegação!
Hora do teste efetivo
Gostou da idéia? Mãos à obra! Basta modificar a sua configuração de DNS e adicionar os números abaixo

DNS Primário: 208.67.222.222
DNS Secundário: 208.67.220.220

Usuários Windows 2000, XP ou Vista

  • Entre no painel de controle, abra as conexões de rede e selecione o seu dispositivo de interface com a Internet
  • Clique em propriedades e selecione o protocolo de Internet (TCP/IP)
  • Clique em propriedades
  • Você verá uma tela como a indicada abaixo. Basta preencher os campos de DNS primário e secundário com os números indicados acima e aceitar as configurações


Para usuários Macintosh (MacOS X)

  • Abra as preferências de sistema. Lá, entre no ícone Rede (Network)
  • Selecione o seu dispositivo de conexão à internet, e clique em Configure
  • Verifique a aba TCP/IP. Lá, preencha os dados nos campos Domain Name Servers (DNS) com os números citados acima, na mesma ordem. Basta separá-los em suas respectivas linhas
  • Aceite as opções de configuração

Feito isso, você desfrutará de rápida leitura de seus websites favoritos, segurança aprimorada e maior conforto com o serviço prestado pelo OpenDNS. Nunca foi tão fácil, barato e eficiente obter resultados palpáveis em sua conexão!

Fonte : PC MAGAZINE

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Funny Soccer Moments

July 1, 2007

Ge Force 8800

Por Loyd Case

Aficionados por games e gráficos esperam ansiosamente pela chegada da primeira geração de processadores gráficos com suporte a DirectX 10. Com o lançamento da PNY GeForce 8800 GTX, a espera acabou. A 8800 GTX é muito cara para uma única placa de vídeo, mas seu desempenho é igual à de um par de placas nVidia GeForce 7900 GTX em modo SLI. O fato de ser uma verdadeira placa DirectX 10 aumenta seu apelo.

Nos testes de desempenho 3D usando uma máquina rodando um processador Intel Core 2 Extreme X6800 de 2,93 GHz e 2 GB de memória DDR2 800, a 8800 GTX obteve resultados inacreditáveis. No modo padrão, ela atingiu 10.763 pontos no 3Dmark 2006 (que testa a performance do DirectX 9, não do DX10), comparado com os 6.742 da ATI Radeon X1950 XTX. A performance nos games foi estonteante: em Prey, a 8800 GTX deixou para trás as placas mais antigas, e em Company of Heroes, sua performance nas resoluções mais altas foi incrível.

Eu não pude testar o desempenho com o DirectX 10 porque o driver para o Vista desenvolvido pela nVidia para as placas GeForce 8800 não estava pronto até o fechamento desta edição e não existe nenhum benchmark para o DirectX 10 nem nenhum game no mercado até o lançamento oficial do Vista, no fim de janeiro. Mas com a flexibilidade da arquitetura, é improvável que a 8800 GTX seja mais devagar com o conteúdo para DX10.

Pessimistas vão afirmar que a GeForce 8800 GTX é muito grande para um chip só e que consome energia demais. Mas temos certeza de que ela representa um progresso significativo para fazer com que o mundo virtual dentro do seu PC pareça mais realista do que nunca.

PNY GeForce 8800 GTX
US$ 600 (estimado). PNY, www.pny.com.

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Fonte : PC MAGAZINE

asusw5fe

 

 

 

 

 

 

 

Por Cisco Cheng

O SideShow é um recurso do Windows Vista que permite que o fabricante inclua um segundo monitor para acesso rápido a e-mail, fotos, informação de calendário e músicas. Pudemos testar o ASUS W5fe, um dos primeiros laptops equipados com esta tecnologia, lançado oficialmente na CES 2007 em Las Vegas.

Os 1,8 kg do W5fe ficam dentro do perfil de um ultraportátil. Quando você o abre, encontra uma excelente tela widescreen de 12,1 polegadas, mas o recurso mais interessante fica no lado de fora da tampa: um monitor LCD colorido de 2,8” com resolução de 320×240. Ao lado da tela SideShow encontramos um disco para navegação e os botões Enter, Back e Menu.

Os dois monitores tiram energia da mesma bateria, mas podem trabalhar de forma independente, por isso existem dois botões para ligar. O recurso SideShow pode ser acessado a partir do Painel de Controle do Vista, onde estão os “gadgets” que sincronizam com o monitor. O Vista traz gadgets padrão tanto para o Windows Media Player quanto o Windows Mail e outros podem ser baixados do site da Microsoft.

A informação para o SideShow pode ser guardada e acessada no HD do W5fe ou diretamente em memória flash inclusa no sistema. A segunda opção é bem mais rápida, mas você só tem 1 GB de espaço para trabalhar, que aparece como um disco separado no Vista e pode ser usado como qualquer outro flash drive. Gadgets como os do Windows Media Player, Windows Mail, Outlook Calendar e o aviso de ações exigem o uso do HD e não é possível acessá-los se o computador estiver desligado. Por isso, o melhor é manter a máquina no modo Sleep.

Há um certo atraso no SideShow quando você inicia ou troca arquivos de música no Windows Media Player 11. E, apesar do gadget WMP indicar que possui suporte a vídeo, eu não consegui tocar vários arquivos (MPEG, AVI e WMV) na tela do SideShow. As informações de e-mail e calendário funcionaram bem, apesar da falta de suporte ao Outlook. Consegui importar 72 arquivos JPEG no Picture Viewer e o monitor secundário funcionou perfeitamente como visualizador de slides.

O sistema vem equipado com um processador Intel Core 2 Duo T7400 de 2,16 Ghz e 1,5 GB de RAM e há espaço mais que suficiente no HD de 160 GB. O preço de U$ 2.200 inclui duas baterias, uma seis células e outra de três, que é absurdamente inadequada se o objetivo for rodar os dois monitores. Quando fiz o teste, rodando um DVD, a bateria menor só agüentou 47 minutos.

O ASUS W5fe SideShow abre um novo campo para a tecnologia. Ainda há poucos gadgets no momento e alguns ajustes são necessários, mas estou pensando no futuro. Imagine iTunes e Skype, sem mencionar TV, jogos e filmes – as possibilidades são infinitas com o SideShow.

ASUS, W5fe SideShow
www.asus.com
Preço: US$ 2.200,00

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Fonte : PC MAGAZINE

maxtor1tb

Por Rafael Rigues

 

 

Espaço em disco nunca é demais, e também parece que nunca é suficiente. Não importa se seu disco rígido é de 40, 80 ou 250 GB, você vai notar a falta de espaço quanto menos espera. Como não é possível conseguir “espaço ilimitado” (pelo menos não por enquanto), podemos pelo menos pensar a longo prazo: por mais ávido que você seja nos downloads, ou prolífico na edição e criação de vídeo, vai demorar até conseguir “lotar” um disco de 1 Terabyte como o Maxtor OneTouch III Turbo.

 

Com dimensões de 13,6 x 6,5 x 21,7 cm e pesando cerca de 2.6 Kg, este simpático “tijolo” tem visual discreto e cabe em qualquer canto da sua mesa. A conexão ao micro pode ser feita via USB 2.0, FireWire 400 ou FireWire 800 (cabos inclusos). Mesmo durante o uso ele é bastante silencioso, e o único indicador de atividade é o LED branco piscando na frente do gabinete.

 

Internamente ele é composto por dois discos rígidos de 500 GB cada, que podem ser configurados como um array RAID 0 (striping), aparecendo para o sistema como um único volume de 1 TB, ou RAID 1 (mirroring). Nesse modo, “apenas” 500 GB estão disponíveis para dados. Tudo o que é gravado no primeiro disco é replicado no segundo, criando um backup automático. Se um dos discos falha, o outro assume automaticamente o lugar, os dados continuam a salvo e o usuário sequer nota o problema.

 

O software Maxtor OneTouch Manager, que acompanha o produto, facilita muito tarefas como a formatação do disco, seleção do modo RAID, ajustes de desempenho e definição de rotinas de backup. Um recurso útil é a criação de “pontos de restauração”, instantâneos do sistema em determinado momento. Mais tarde, caso um documento se corrompa ou uma informação importante se perca, é possível “voltar no tempo” e restaurar o disco como estava no momento em que o instantâneo foi capturado. É algo similar à “Time Machine”, recurso da próxima versão do Mac OS X, codinome Leopard.

 

Em nossos testes a taxa de transferência para leitura e escrita ficou em 34,9 MB/s para escrita e 33 MB/s para leitura, quando conectado ao micro via USB 2.0, mesmo valor especificado pela Maxtor. Segundo a empresa, a taxa de transferência pode chegar a 43 MB/s numa conexão FireWire 400 e 91 MB/s numa conexão FireWire 800, um excelente desempenho.

 

O OneTouch III Turbo Edition é a forma mais fácil e rápida de adicionar quantidades absurdas de espaço em disco ao seu computador. Não é barato (quatro discos internos de 250 GB dão na mesma, e custam menos), mas você paga pela facilidade e instalação e comodidade na configuração e uso. Se você lida com vídeo digital ou quer todos os vídeos e músicas da internet em casa, vale a pena.

 

 

 

Maxtor OneTouch III Turbo Edition
Maxtor,
www.maxtorsolutions.com
US$ 900

 

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Fonte : PC MAGAZINE

GeForce 8800 GTX

Por Rafael Rigues

Um dos principais destaques do Windows Vista é o DirectX 10, a nova interface de programação que promete gráficos ainda mais realistas e com desempenho muito superior ao atual DirectX 9. Para aproveitar todo este poder, você vai precisar de três coisas: o Windows Vista, jogos com suporte a esta tecnologia (e eles são poucos) e uma nova placa de vídeo. A NVIDIA GeForce 8800 GTX é a primeira aceleradora 3D compatível com esta tecnologia a chegar ao mercado, e também pode clamar o título de rainha do desempenho. Resolvemos ver do que ela realmente é capaz.

Nossa máquina de testes, gentilmente cedida pela NVIDIA, era baseada em uma placa-mãe com o chipset nForce 680 SLI, com um processador Intel Core 2 Extreme 6800 rodando a 2.93 GHz e 2 GB de memória RAM. A placa de vídeo era uma GeForce 8800 GTX, com 768 MB de memória dedicada. Este pequeno “monstro”, instalado em um slot PCI Express, ocupa duas baias no painel traseiro da máquina. Para alimentá-lo, são necessários dois conectores de força PCI-e e o fabricante recomenda uma fonte de alimentação de pelo menos 400 W.

Para os testes de desempenho, usamos duas ferramentas padrão na indústria, o 3Dmark 2006 e o bom e velho Doom 3, ambos rodando no Windows XP SP2 (o 3DMark ainda não se comporta muito bem sob o Windows Vista), com os últimos drivers ForceWare da NVIDIA. No 3DMark, a GeForce 8800 GTX atingiu a inédita marca de 10.425 pontos, deixado bem para trás nosso PC para jogos que montamos na edição 11 (5.428 pontos com um AMD Athlon 64 FX-57 e uma ATI Radeon X1900). Já no Doom 3, obtivemos a marca de 208 fps (quadros por segundo) a 1024×768 com gráficos em Medium Quality sem Anti-Aliasing e 160 fps na resolução de 1280×1024 com gráficos em Ultra Quality e Anti-aliasing em 4x.

Não temos dúvidas de que a máquina também se sairia bem a 1600×1200 com as mesmas configurações, entretanto, o monitor LCD usado nos testes (um Samsung 225bw widescreen de 22 polegadas) não chega a tanto: por causa do aspecto da tela, a resolução nativa é de 1680×1054 pixels. Outros jogos que testamos, como Need for Speed: Carbon, F.E.A.R. e Oblivion também rodaram sem problemas com gráficos em qualidade máxima.

O único problema desta placa é o preço, por volta de R$ 3.000 no mercado nacional. Com isso, dá para montar um PC decente para jogos (se você não faz questão do máximo de desempenho) ou investir em um console da nova geração, como um Xbox 360, e jogar tranqüilo pelos próximos cinco anos. Leve em conta que, além da placa de vídeo, você provavelmente terá de atualizar outros componentes do micro, como fonte e RAM, para evitar gargalos no desempenho. Só mesmo para os aficcionados.

 

GeForce 8800 GTX

NVIDIA, www.nvidia.com

Preço: R$ 3.000,00

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Fonte : PC MAGAZINE

 

GPU ATI R600A ATI (acho que nunca vou me acostumar a chamá-los de AMD) está anunciando sua nova família de aceleradoras 3D, a Radeon HD 2000. São três modelos de placas para computadores desktop (Radeon HD 2900, Radeon HD 2600 e Radeon HD 2400) e três para computadores portáteis (Mobility Radeon 2600, Mobility Radeon 2400, Mobility Radeon 2300), todas compatíveis com DirectX 10, prontas para trabalhar em CrossFire e capazes de reprodução de vídeo em alta-definição (daí o HD no nome) e de rodar a experiência “premium” do Windows Vista ou seja, com Aero e todos os seus efeitos.

As novas placas marcam a estréia da Unified Shader Architecture, derivada da GPU “Xenos” usada no XBox 360. Em vez de pixel shaders e vertex shaders dedicados, a placa possui o que a ATI chama de “Stream Processors”, unidades que podem ser reconfiguradas para desempenhar a função mais necessária no momento. Em uma cena com geometria muito complexa, os stream processors podem atuar como vertex shaders, e depois se transformar em pixel shaders para tratar uma cena com muitos efeitos visuais, eliminando gargalos. A NVIDIA usa arquitetura similar em suas placas da série GeForce 8, como a 8800.

O número de stream processors (e a quantidade e velocidade do barramento de memória) é a principal diferença entre os novos modelos. A Radeon HD 2900, voltada aos gamers entusiastas, tem 320 stream processors. A HD 2600, para o mercado mainstream, tem 120 e a HD 2400, para quem quer baixo custo, tem apenas 40 deles. Os modelos 2600 e 2400 tem unidades dedicadas para decodificação de vídeo em alta-definição. Já a 2900 usa os stream processors extras para essa tarefa. Em todo caso, o resultado é vídeo em alta-definição com uso de CPU de apenas 10% em uma máquina equipada com um processador Intel Core 2 Duo de 2 GHz.

A Radeon HD 2900 XTX está disponível a partir de hoje no mercado norte-americano, com preço sugerido de apenas US$ 399. Este modelo será produzido apenas pela ATI, visando oferecer aos consumidores um produto com o máximo de estabilidade e desempenho. Para adoçar ainda mais as coisas, chega em breve aos EUA um pacote com uma Radeon HD 2900 XTX e três jogos completos (Half-Life 2 – Episode 2, Team Fortress 2 e Portal) pelo mesmo preço. Ainda não há preço oficial no Brasil, mas a estimativa é que a placa custe cerca de R$ 2.000.

radeon_2900


A Radeon HD 2900 ocupa dois slots e tem dissipação de calor ativa

Já os outros dois modelos chegam ao mercado no fim de junho, com preço sugerido de US$ 99 (Radeon HD 2400) e US$ 199 (Radeon HD 2600). E alguns fabricantes já anunciaram notebooks equipados com os processadores móveis: a HP mostrou recentemente seu Pavilion HDX, codinome “The Dragon”, com uma Radeon Mobility HD 2600.

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Fonte : PC MAGAZINE

Agora que o formato Blu-ray finalmente se estabeleceu como uma opção de vídeo em alta definição, as empresas de hardware estão loucas para deixar sua marca na categoria. Uma delas é a LaCie, com sede na França e bem conhecida por remodelar periféricos comuns com um bom design e por produtos que vão de soluções de armazenamento portáteis e monitores a pequenos pendrives USB. O drive Blu-ray LaCie d2 é voltado a pessoas com toneladas de vídeos para gravar. Também é possível assistir filmes em Blu-ray, se o seu PC tiver o equipamento correto. Infelizmente, o preço (U$ 1.035) vai fazê-lo procurar alternativas.

A LaCie é conhecida por seu design elegante e colorido, principalmente os HDs portáteis. Com o drive d2 Blu-Ray, no entanto, a empresa parece ter pego um drive interno Panasonic SW-5582 e colocado dentro de uma caixa prateada  com conexões USB e FireWire. As especificações do drive são idênticas às do OWC Mercury Pro SW-5582. Isso não surpreende, já que os dois usam o mesmo drive Panasonic. As dimensões do d2 são um pouco mais finas do que as do OWC mas ambos pesam ao redor de 1,8 kg. Como no Mercury Pro, você vai encontrar uma porta USB 2.0 e duas conexões FireWire na parte de trás. Ambas exigem o uso de um adaptador AC, o que adiciona meio quilo ao sistema.

Apesar de vir com o Roxio Easy Media Creator 8.2 XE, Cyberlink PowerDVD BD (reprodutor de vídeo em alta definição) e o Toast 7.1.1 Titanium da Roxio, esses softwares do d2 não justificam a diferença de U$ 400 entre ele e o Mercury Pro, mais em conta. A velocidade de gravação do d2 para mídia BD-R está marcada como 2X e eu fiz o teste gravando dois discos BD-R de 25 GB em um Dell Inspiron E1705. Ele completou minha ISO de 22,5 GB em 43 minutos e 20 segundos, o mesmo tempo do OWC. Tive problemas ao gravar meu arquivo de imagem com o Easy Media Creator 8.2 XE, então acabei usando o Nero 7 Ultra Edition Enhanced para essa parte do teste. Vale a pena notar que criar um disco de dados BD-R adicionando arquivos individualmente funcionou muito bem.

Além de queimar discos BD-R, o d2 tem a capacidade de gravar CDs e DVDs single e dual-layer. Ripar um filme de 4,5 GB para um arquivo de imagem ISO levou quase 13 minutos, em oposição aos 9:31 do OWC. O uso de softwares diferentes pode ser a causa da diferença. O d2 queimou um DVD single-layer em cerca de 9 minutos, uns 40 segundos mais rápido do que o OWC. Sua velocidade de gravação em CD está marcada como 24X, metade da velocidade de vários outros gravadores de CD atuais. Consegui completar um CD de 219 MB em 3:40.

Muitos podem pensar em comprar um drive como o LaCie d2 para assistir filmes em Blu-ray de vez em quando. Você provavelmente vai querer compartilhar e assistir seus filmes de alta definição em vários PCs, também. Mas para fazer isso, sua máquina precisa preencher alguns requisitos. Vai precisar de um monitor com suporte a HDCP. Sem isso, seus filmes Blu-ray não funcionarão. Também vai precisar de uma placa de vídeo que tenha suporte a HDCP (a LaCie recomenda a nVidia GeForce 7600GTou a ATI Radeon X1600 da ATI com os drivers mais recente). Por cima disso tudo, vai precisar de um player compatível como o PowerDVD BD. Todas essas exigências (que a LaCie mostra em seu site) tornam tudo mais chato para os entusiastas da alta definição. Se você pretende passar a maior parte do tempo apenas assistindo a filmes Blu-ray, então seria melhor comprar um aparelho dedicado como o Samsung BDP-1000 (que não grava discos).

Nesse ponto, é difícil recomendar um drive externo Blu-Ray para PCs, muito menos um com o preço tão exorbitante. O formato ainda tem grandes limitações. Por U$ 25 por disco BD-R, a mídia ainda é muito cara para justificá-la como solução para armazenamento. E você precisará de hardware compatível para rodar seus filmes Blu-ray. O LaCie d2 Blu-ray Drive vem com um bom conjunto de softwares e grava discos BD-R em tempo razoável, mas há alternativas mais baratas que fazem a mesma coisa.

Lacie d2 Blu-ray Drive
Lacie, www.lacie.com
US$ 1.035
Nota 2/5

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Fonte : PC MAGAZINE

MP3, DiVX, DVD, Jogos, TV pela Internet. O computador definitivamente invadiu a sala de estar. Mas para ter uma experiência de entretenimento digital agradável, você precisa de um computador com controle remoto, bastante poder de processamento para multimídia, poucos fios, conexão para seus aparelhos legados (videocassetes, TVs analógicas e afins) e muito espaço para armazenar seus arquivos multimídia. Tudo isso pode ser encontrado no HP Pavilion Media Center m8060br.

Todo em preto, o m8060br é grande, pesado e vai ocupar um bom espaço no rack. Mas tudo isso tem uma razão de ser: dentro você encontra um processador Intel Core 2 Duo E4300 rodando a 1.8 Ghz, 2 GB de RAM, duas unidades ópticas (um leitor de DVD e um gravador DVD±RW Dual-Layer com LightScribe), leitor de cartões 15 em 1 compatível com cartões SmartMedia, xD e todas as variantes de Compact Flash, SD e Memory Stick e um disco rígido interno de 320 GB. O som on-board suporta configurações até 7.1 canais e o vídeo é gerado por uma ATI Radeon X1300 Pro com 256 MB de memória dedicada. Também há uma placa de TV da Hauppage. Há três opções de conexão em rede: wireless (802.11b/g), Ethernet (10/100 Mbps) e um modem 56K. Um monitor LCD de 17 polegadas e teclado e mouse Bluetooth completam o pacote. O sistema operacional é o Windows Vista Home Premium.

Uma característica que chama a atenção é um disco rígido externo de 160 GB, chamado Personal Media Drive, que acompanha o computador (em algumas configurações). Ele é acoplado dentro de uma baia escondida atrás de uma porta na frente do gabinete, e a idéia é que seja usado para transportar seus arquivos multimídia para onde você for. Ele também pode ser usado em qualquer outro PC com o cabo USB e adaptador de força externo, inclusos. Uma outra porta, ao lado, esconde conectores S-Vídeo, Vídeo Composto (para ligação de videocassetes, filmadoras e afins), duas portas USB (para câmeras digitais e MP3 players) e uma porta Firewire (geralmente encontrada em filmadoras Mini-DV).

Uma surpresa agradável ao abrir a caixa foram dois manuais impressos, que explicam como montar o computador, ligar seus aparelhos de entretenimento à ele e também ensinam o básico da operação da máquina e do Windows Media Center. Manuais impressos são uma raridade (não via um há anos) e muito mais úteis do que os “manuais eletrônicos” usados atualmente. Ponto para a HP.

Todas os recursos multimídia são comandados pelo Windows Media Center e acessados usando o controle remoto incluso. Basta apertar o grande botão verde com o logotipo do Windows. A navegação é bastante simples, e há botões de atalho que levam às principais funções. Um dos recursos mais interessantes é a capacidade de gravar, e pausar, TV ao vivo. Não tem mistério, basta apertar o botão Record ou Pause no controle remoto. No caso das gravações, elas podem ser agendadas para ocorrer uma só vez ou se repetir periodicamente. Quatro opções de qualidade de gravação permitem otimizar o uso de espaço em disco.

No quesito desempenho, o m8060br se saiu bem para uma máquina de sua categoria. Embora não seja voltado para gamers, conseguiu rodar Doom 3 a 1024×768 pixels e gráficos em Medium Quality a 46 FPS, mais que o suficiente. E levou cerca de 2 horas e 21 minutos para converter um filme em DVD (Batman Begins) para um arquivo DiVX de 700 MB, um bom tempo.

Não gostamos do teclado que acompanha o micro. As teclas tem uma sensação de “teclado de notebook” e por várias vezes vimos ele “perder” teclas, ou seja, deixar de registrá-las. Além disso, ele não tem leds indicadores de Caps Lock e Num Lock (apesar da profusão de teclas multimídia para todos os fins). O disco rígido interno de 320 GB é bastante espaçoso, mas a HP deveria ter invertido a ordem das coisas: colocado o disco de 160 GB como interno, e o de 320GB como removível, já que é provável que, em pouco tempo, você tenha muito mais arquivos multimídia do que documentos, programas e jogos instalados. A rede wireless tem sensibilidade muito boa, transferindo arquivos em alta velocidade mesmo quando a estação base estava três andares acima, atrás de pisos de concreto.


Se você procura um computador para ser o centro de sua sala de estar, não precisa ir além do HP Pavilion Media Center PC m8060br. O preço de R$ 5.699 é muito bom considerando tudo o que ele inclui, e o conjunto de recursos não deixará nem mesmo os usuários mais avançados desapontados.

HP Pavilion Media Center PC TV m8060br
Hewlett-Packard, www.hp.com.br
R$ 5.699
Nota: 4.5 de 5

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Fonte : PC MAGAZINE

Pequenas empresas (e consumidores) buscando conexões sem fio mais rápidas e com maior alcance podem comprar produtos 802.11n sem medo. As empresas maiores podem esperar pelos switches com suporte a 802.11n, mas as empresas com menos de 100 empregados que precisam de pelo menos um ou dois roteadores ou pontos de acesso conseguem encontrar os produtos 802.11n perfeitos agora mesmo.

Há seis meses, a situação parecia desapontadora porque os primeiros produtos 802.11n não emocionavam ninguém. Mas os últimos lançamentos com suporte ao novo padrão – que começaram a sair no ano passado – são muito melhores e a grande velocidade do 802.11n não pode ser ignorada. Os preços são ótimos, muitos dos novos notebooks já vêm com o 802.11n opcional e a compatibilidade pareceu boa nos primeiros testes. Se você quer esperar até que o 802.11n seja ratificado, terá que esperar até 2009, mas para a maioria das pequenas empresas, vale a pena começar a usar agora. Vamos focar no que procurar em roteadores sem fio “n” e quais, entre os primeiros lançamentos, são melhores.

Hoje, a conexão sem fio é mais usada em notebooks para acesso fácil a redes locais e à internet em salas de conferências, cafés e aeroportos, apesar de ser mais lenta do que uma Ethernet rápida. Mas com velocidades rivalizando ou ultrapassando as das redes com fio Fast Ethernet (100 Mb/s), a 802.11n pode ser adotada nos desktops também, garantindo flexibilidade enquanto economiza com a instalação profissional de cabos.

As redes Wi-Fi 802.11b/g de hoje sofrem com problemas de cobertura, alcance limitado, pontos mortos, interferência e desempenho fraco. O protocolo “n” promete eliminar muitos dos problemas que atacam os aparelhos 802.11b e 802.11g. Nos nossos primeiros testes, descobrimos que o 802.11n cumpre o que promete, entregando redes sem fio com suficiente velocidade, alcance e segurança para trabalhar com aplicativos corporativos que usam muita banda como transferência de arquivos, becape e chamadas VoIP.

Velocidade, velocidade, velocidade

Testamos vários aparelhos Draft 2.0 em nossos laboratórios e gostamos do que vimos. Os dois principais pontos positivos do padrão “n” são: melhor performance e alcance, e não ficamos desapontados com eles. Onde a velocidade máxima do 802.11g são teóricos 54 megabits por segundo, o 802.11n pode, em teoria, chegar a 300 Mbps. Na prática – em um ambiente de laboratório ideal – os novos aparelhos “n” chegaram a 130 Mbps em uma conexão ponto-a-ponto única ou cinco vezes a transmissão medida no mundo real de aparelhos 802.11g. Assim a parte boa é que o 802.11n é muito mais rápido do que o 802.11g – mas os produtos mostraram algumas outras diferenças.

O excelente desempenho das redes sem fio “n” pode ter um efeito colateral surpreendente: elas podem mover o gargalo na sua rede dos links sem fio para as com fio. Se você consegue uma transmissão de mais de 100 Mbps sem fio, sua rede com fio precisa ser Ethernet Gigabit ao invés de uma Ethernet rápida de 100 Mbps para garantir um bom fluxo de dados.

Em nossos testes iniciais, trabalhamos com modelos da Apple, D-Link, Linksys e Netgear. A D-Link nos enviou o modelo DIR-655 com portas LAN Gigabit Ethernet (GigE) que dão ao aparelho uma clara vantagem em nosso teste de desempenho e ele superou os outros modelos em pequenas distâncias. Nós recomendamos que as empresas pequenas, com pessoas usando redes sem fio como a principal fonte de conectividade, comprem roteadores e pontos de acesso com conexões GigE, já que a velocidade do 802.11n ultrapassa facilmente uma conexão com fio Fast Ethernet. A conexão típica em pequenas empresas partirá de um notebook (ou desktop) sem fio, através de um roteador 802.11n e depois através de um cabo até um servidor local ou até a internet. Para transferência de arquivos, becapes ou uso intensivo de aplicativos, a porta GigE consegue fornecer uma velocidade maior. Para ambientes onde o desempenho é importante, muitos fabricantes oferecem versões superiores dos roteadores com conexões Gigabit Ethernet.

Nós também observamos como o alcance pode ser ampliado com o 802.11n. Nos testes com um laptop localizado a 26 metros do ponto de acesso, três dos quatro aparelhos sem fio “n” que testamos mantiveram a transmissão entre 65 e 81 Mbps. No geral, os aparelhos 802.11g caíam para 5 Mbps no mesmo teste.


Distância (metros)

Os aparelhos 802.11n são retrocompatíveis com os 802.11g (e também com os 802.11b) e são muito baratos em se tratando uma tecnologia nova. Roteadores sem fio “n” ou pontos de acesso estão disponíveis hoje com preços entre US$ 100 e US$ 200 e vários notebooks novos vão incluir a tecnologia sem fio Draft-n 2.0. Se o seu computador não vier com ela, você pode comprar um PC Card ou um adaptador USB por uns US$ 100. Implementações sem fio em novos notebooks usam mini-cards em vez dos PC Cards maiores e ganham com antenas sem fio internas nas bordas das telas dos notebooks. Em relação à retrocompatibilidade, alguns fabricantes até afirmam que só a troca de um ponto de acesso 802.11g para o novo hardware 802.11n já vai melhorar o desempenho da sua rede sem fio atual, mesmo antes de fazer o upgrade nos clientes, por causa da antena melhorada e da tecnologia dos eletrônicos.

São duas coisas que melhoram o desempenho das redes sem fio “n”: canais de largura dupla e antenas MIMO (multiple input, multiple output – múltiplas entradas e múltiplas saídas). Os canais de largura dupla do padrão “n” ocupam 40 megahertz de largura de banda; 802.11g usam 20 MHz. Essa duplicação da largura de banda leva a uma teórica duplicação da capacidade de transmissão de informações. Mas o verdadeiro tempero secreto são as antenas MIMO que, em termos leigos, funcionam tanto como ponto de acesso sem fio como um aparelho sem fio. Cada parte tem duas antenas independentes e cada uma delas estabelece uma conexão separada (mas simultânea) com a antena correspondente no outro aparelho.

A especificação sem fio “n” também permite a operação na faixa dos 5 GHz, que é mais vazia, mas poucos aparelhos atuais têm suporte a essa faixa. O único que testamos até o momento foi o Airport Extreme da Apple. Se mais produtos tiverem suporte a 5 GHz, nós recomendamos o uso dessa faixa para ambientes com um espectro de 2,4 GHz lotado, mas com o suporte limitado nos roteadores e adaptadores, não faz sentido usar a não ser que você só tenha computadores Apple e o roteador AirPort Extreme em modo 5 GHz.

Qualidade do serviço

Um novo recurso interessante que está nos produtos da D-Link e da Linksys é o suporte a QoS ou qualidade de serviço. Apesar de ser voltado para consumidores avançados que já estão fazendo download de vídeo e áudio, o suporte a QoS pode ajudar em ambientes corporativos também. A noção por trás do QoS é que ele permite configurar um roteador que dá prioridade a atividades em tempo real como chamadas VoIP, no lugar de tarefas com baixa prioridade como um becape de disco. Esse recurso exige o uso de produtos do mesmo fabricante nos dois lados.

Eu descobri que a configuração pode ser tanto simples como terrivelmente complexa para todos esses produtos – basicamente igual à dos roteadores 802.11b/g. A maioria dos roteadores “n” traz um assistente para a configuração inicial e uma interface web para administrá-lo depois disso, menos a Apple que exige a instalação de um software cliente para configurar o roteador. Apesar de o software da Apple ser simples, eu prefiro não ter que instalar um novo programa para administrar aparelhos de rede. Mesmo com as interfaces web, esses fabricantes de aparelhos sem fio não conseguiram criar, de forma efetiva, uma interface simples para realizar tarefas comuns. As interfaces de gerenciamento são geralmente difíceis de compreender quando você precisa, por exemplo, configurar a redirecionamento de portas. A Netgear fez o melhor trabalho mas é o que tem menos recursos. Nós gostaríamos que os fabricantes contratassem algum bom especialista em interfaces para tirar esse peso das nossas costas.

Mas é seguro?

Em relação à segurança, a maioria dos produtos “n” usa as conhecidas WEP, WPA e WPA2 que todos conhecemos do mundo 802.11b/g. É interessante notar que a segurança sem fio está ficando mais fácil; a Netgear nem inclui a já antiquada tecnologia WEP. Nosso conselho para as pequenas empresas é que só usem o WPA.

Três dos quatro produtos testados funcionam como roteadores de internet. O da Apple, a única exceção, é somente um ponto de acesso sem fio, então você terá que desligar a parte sem fio do seu roteador de internet quando estiver usando o Airport Extreme. Alguns fabricantes também vêem uma oportunidade para um roteador sem fio “n” que é mais do que um simples roteador. A Apple e a D-Link incluíram conexões USB para você ligar uma impressora ou um HD externo, criando um servidor de impressão instantâneo ou uma simples solução de armazenamento ligada a uma rede (NAS). Isso é muito conveniente para empresas menores ou escritórios domésticos.

Toda essa tecnologia torna esses roteadores um bom negócio para pequenas empresas que querem acesso sem fio mais amplo ou simplesmente fazer um upgrade em suas infra-estruturas sem fio atuais. Com melhor desempenho, maior alcance e compatibilidade com os atuais aparelhos 802.11g – tudo isso com bons preços – parece que a tecnologia 802.11n vai arrebentar no mercado e ficar ainda melhor no futuro, quando aparelhos Wi-Fi não tradicionais, como fones sem fio, começarem a aparecer.

“N” ou não “N”?
Opinião, por Robert Lipschutz

Acabamos de testar quatro novos roteadores 802.11n e confesso que fiquei indeciso.

Não estou preocupado com a situação do padrão 802.11n, mesmo que sua ratificação tenha sido adiada para 2009. Os fabricantes estão testando muito seus produtos nos últimos seis meses, colaborando um com o outro para resolver questões de compatibilidade. Ao contrário dos primeiros testes feitos pela PC Magazine no meio do ano passado, esses produtos funcionam bem. Eu gostei das portas USB 2.0 que vêm em vários, junto com o potencial para transformar os roteadores sem fio em servidores instantâneos de arquivos e impressão ligando-os em um HD. A porta USB 2.0 também resolve meu problema de como colocar uma impressora jato de tinta colorida na rede (tente encontrar uma com porta de rede nativa).

Então, por que se preocupar? Bem, vamos começar com uma confissão. Eu ainda não usei o 802.11n no caos do nosso escritório saturado de freqüências de rádio. No nosso laboratório principal podemos encontrar mais de dez redes sem fio, uma delas é nossa e as outras são das empresas vizinhas. Nós fazemos nossos testes de desempenho no escritório principal e descobrimos algumas grandes variações. Quando entramos em um laboratório protegido onde realizamos testes que podem ser reproduzidos, a variação desapareceu e o desempenho aumentou. Nesse ambiente isolado, ver um dos nossos roteadores chegar a 130 megabits por segundo – melhor do que as conexões via cabo Fast Ethernet que eu usava até dois anos atrás – certamente chamou minha atenção. Mas esse é o desempenho a 1,5 metro do roteador, sob as condições quase ideais do lab que um ambiente livre de rádio freqüência oferece.

O espectro de 2,4 GHz está lotado com produtos sem fio 802.11b e 802.11g legados, telefones sem fio e fornos microondas. A faixa de 5 GHz é menos usada, mas muitos produtos não têm suporte a essa freqüência. Nossa banda é mais ocupada do que a maioria, mas pode ser que a sua também seja. Ao contrário de empresas maiores que podem ter um prédio inteiro só para elas com controle razoável do espectro, pequenas empresas geralmente dividem espaço com outras. Por exemplo, nós alugamos quase um quarto do décimo-primeiro andar no nosso edifício. Adoramos a vista – mas para um melhor desempenho sem fio, é melhor ir para o porão.

Escolha do Editor

Nós hesitamos um pouco em dar a Escolha do Editor para um produto baseado em um padrão que ainda não está completado aprovado, mas o Xtreme foi o melhor roteador draft-n que testamos. Por US$ 135, é o mais caro, mas por esse dinheiro extra você consegue mais recursos (incluindo uma porta USB para conectar HDs externos e impressoras). Foi também, graças à Gigabit Ethernet, que ele provou ser o mais rápido.

D-Link Extreme N Gigabit Router (DIR-655)
US$ 135 (R$ 265) – D-Link
www.dlink.com
NOTA: 3,5 (De 0 a 5)

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Fonte : PC MAGAZINE