Para que servem as touradas ?

September 9, 2007

Você sabia que, antes de entar na arena, os touros são mantidos nos curros, para onde são conduzidos com aguilhões e a pauladas, e onde os seus chifres são serrados a sangue frio para que evite algum acidente com o toureiro na hora do “espetáculo” ??
Ao entrar na arena, os touros já vão fortemente enfraquecidos e feridos (devido aos chifres serrados a sangue frio antes da tourada), além de apavorados.
E o que falar daquelas corridas, onde o touro corre nas ruas estreitas atrás de um povo que se diverte vendo o sofrimento do animal.
Alguém me diz, PRA QUE ?
Aí quando o touro pega um….

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Fonte : Boa Campeão

Um novo projeto de pesquisa da Escola de Arquitetura e Planejamento, do Massachusetts Institute of Technology (MIT), planeja transformar energia humana dispendida no dia a dia em energia elétrica para equipamentos.

Chamado de “Crowd Farm” (algo como “fazendo de multidões, em tradução livre), o projeto de dois estudantes da graduação do MIT pretende transformar a energia mecânica de alguém andando com seu cachorro ou assistindo a um show de rock em fonte elétrica.

O projeto de James Graham e Thaddeus Jusczyk já está sendo testado no terminal de trens South Station, em Boston, com placas de absorção de impacto instaladas sobre o piso do lobby da estação.

Conforme os passageiros andassem, o atrito entre as placas geraria energia elétrica por meio de um dínamo, que faz a transformação de energia mecânica para elétrica.

Inicialmente, a tecnologia será usada para acender sinais de conscientização na estação, mas ambos não descartam usar a tecnologia em outras aplicações.

Fonte : IDGNOW

Uma técnica empregada geralmente em pacientes com doença de Parkinson,foi testado em um americano de 38 anos,incapaz de falar,de se alimentar ou se mover após sofrer uma lesão cerebral,permitindo que ele voltasse a se expressar verbalmente e a comer sem o auxílio de sondas.A operação durou 10 horas e foi realizada em duas etapas.

Segundo o diretor de neuropsicologia do instituto JFK,Joseph Giacino,o paciente já pode beber,mastigar e engolir.Outros movimentos mais complexos também já são realizados,como escovar cabelos.

Segundo os pesquisadores, se os mesmos resultados forem conseguidos em outros casos, esses pacientes crônicos poderão contar com a possibilidade de tratamentos clínicos que tornará possível a reabilitação de suas funções físicas.

A técnica,desenvolvida por Médicos da Clínica Cleveland,liderados pelo Dr.Ali Rezai,é chamada de ECP(estimulação cerebral profunda) e utiliza o implante de eletrodos que fazem a estimulação elétrica de áreas específicas do cérebro para produzir a indução de funções dentro das redes cerebrais que ainda restam e apresentam funções.

O idéia inicial do trabalho foi do neurocientista Nicholas Schiff, da Faculdade Médica Weill Cornell, que também assina o artigo agora publicado na Nature 448, 600 – 603 (02 Aug 2007) .

Nós acreditávamos que poderíamos aumentar os sinais presentes,porém,reduzidos;responsáveis pela fala e os movimentos atráves de impulsos elétricos gerados por marca-passos,afirmou Giacino.

A expectativa dos pesquisadores é de que o paciente continuará a recuperar os seus movimentos, a capacidade de comunicação e outras funções.

Fonte : Astrosaber

Amantes da cerveja, cuidado. Um novo carro conceito com sistemas de detecção de bebedeira pode ser mais uma arma nos esforços do Japão em manter fora das ruas motoristas incapazes de dirigir.

Os sensores do modelo da Nissan checam odores, suor e o nível de atenção do motorista, emitindo um alerta sonoro a partir do sistema de navegação e travando a ignição se o motorista bêbado insistir em dirigir.

Os sensores de odores nos bancos do motorista e do passageiro identificam níveis de álcool enquanto um detector na alavanca do câmbio mede a transpiração da palma da mão do motorista quando ele liga o carro.

Outras montadoras que testam sistemas de detecção incluem a sueca Volvo, que desenvolveu uma tecnologia na qual os motoristas precisam soprar uma unidade medidora instalada no cinto de segurança antes de darem partida no motor.

Mas o carro da Nissan inclui uma câmera que monitora o nível de atenção do motorista por meio de escaneamento de seus olhos. O sistema toca um sinal sonoro e emite uma voz em japonês ou inglês que manda o motorista encostar para dar um cochilo antes de prosseguir na viagem.

A tecnologia do carro ainda está em desenvolvimento, mas o diretor-geral Kazuhiro Doi afirma que a combinação de sistemas de detecção vai no final acabar mantendo um olho em quem está atrás do volante.

“Colocamos detectores de odor e um sensor de suor no câmbio, mas, por exemplo, se o sistema for contornado por um passageiro que aciona a alavanca em vez do motorista, temos o reconhecimento facial”, disse Doi.

Também para manter os motoristas na linha, os cintos de segurança do carro se apertam se folgas foram detectadas. Enquanto isso, outro sistema monitora se o carro está mantendo-se dentro da faixa de rodagem da rua.

A terceira maior montadora do Japão não tem um prazo específico para o lançamento do modelo, mas pretende usar toda a tecnologia para reduzir o número de vítimas em acidentes que envolvem seus veículos pela metade até 2015, em relação aos níveis de 1995.

Doi afirma que a Nissan ainda tem que definir exatamente o nível de incapacidade do motorista para que o sistema atue de maneira eficaz. “Se você bebe uma cerveja, o carro vai registrar, então nós precisamos estudar qual o nível apropriado para que o sistema seja ativado.”

Fonte : Reuters Brasil

Os integrantes da CPI do Apagão Aéreo da Câmara divulgaram nesta quarta-feira um trecho da transcrição do diálogo ocorrido entre o piloto e o co-piloto do avião do vôo 3054 da TAM e a torre de controle do aeroporto de Congonhas, na zona sul de São Paulo, no último dia 17. Cerca de 200 pessoas morreram.

Hot 1 e Hot 2 são os comandantes. Eles eram Henrique Stephanini Di Sacco, 53, e Kleyber Lima, 54.

Hot 1: Está ok? Tudo certo?
Hot 2 diz que está tudo OK na cabine e pergunta onde irão pousar.
Hot 1: Eu acabei de informar.
Hot 2: Eu não ouvi, desculpe, ela falando.
Hot 1: Mas ela ouviu. Congonhas.
Hot 2: É Congonhas? Que bom. Ela deve ter ouvido, obrigado.
Hot 1: Lembre-se que temos apenas um reverso.
Hot 2: Sim, nós só temos o esquerdo.

TAM 3054 reduz velocidade para aproximação e chama a torre.
Hot 1: Boa tarde.
Hot 2: Boa tarde
Hot 1: Torre de São Paulo, aqui é TAM 3054.
Torre: TAM 3054 reduza a velocidade mínima para aproximação. O vento é norte com 06 [nós].
Hot 1: Eu vou reportar quando estiver ok.
Torre: Autorizado.

[Ele voava a 6.000 pés. Os trens de pouso descem.]
[Check list final. Uma verificação indica que a aeronave passa por Diadema.]

Piloto avisa cabine de comando de que estava pronto para pousar.
Hot 1: Aterrissando sem azul. Pista de chegada à vista, pousando.
Um dos comandantes pergunta à torre sobre a condição da chuva, da pista, se ela está escorregadia.
Hot 1: TAM em aproximação final a duas milhas de distância. Poderia confirmar condições?
Torre: Está molhada e ainda escorregadia
Torre: Eu reportarei quando a 35 estiver liberada. 3054 na final.
Torre responde que outra aeronave está começando a decolar.

Torre: TAM 3054. 35 à esquerda. Autorizado para pousar. A pista está molhada e escorregadia. O vento é 330 a 8 nós.
Hot 1: 330 a 8, é o vento.
Torre: Checado, 3054, 3054 Entendido. O pouso está liberado. O pouso está liberado.

[Piloto automático desconectando. Som de três cliques indica a reversão do CAT 2 ou 3 para CAT 1, ou seja, para aproximação visual.]

Hot 1: Inibido a descida para mim. Tira o sinal.
Hot 2: Um ponto agora. Ok?
Hot 1: Ok.
Aviso automático do avião: Retardar, retardar.

[Som do movimento do acelerador. Barulho do motor aumenta. Som de toque na pista.]

Hot 1: Reverso 1 apenas. Spoilers [o sistema de freios] nada.
Hot 2: Olhe isso! Desacelera! Desacelera!
Hot 1: Eu não consigo, eu não consigo. Oh, meu Deus! Oh, meu Deus!
Hot 2: Vai! Vai! Vira! Vira! Vira!

[Som de batida. Pára som de batida.]

Torre: Ah, não.

[Som de gritos. Voz feminina. Som de batida.]

Fonte : Folha On Line

Na sede da Fifa, na Suíça, onde apresentou o documento oficial do comitê brasileiro para organizar a Copa de 2014, Ricardo Teixeira desabafou e explicou algumas das razões que fizeram a seleção perder a Copa da Alemanha.

Crédito

Ricardo Teixeira durante a apresentação brasileira na sede da Fifa, na Suíça

“Tinha jogador que chegava entre 4 e 6 da manhã bêbado”, afirmou o presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) em reportagem do jornal O Estado de S. Paulo desta quarta-feira.

A fracassada campanha na Copa da Alemanha, quando o Brasil foi eliminado nas quartas-de-final pela França, era bastante criticada pelos poucos treinos e as muitas badalações dos jogadores com a torcida e com a imprensa. Sobre isso, Teixeira deixou a entender que faltou pulso firme do técnico Carlos Alberto Parreira: “Era óbvio que aquilo não ia funcionar. Como é que ninguém via isso?”, disse o dirigente.

Até Ronaldo, antes um dos “queridinhos” da CBF e titular das últimas três Copas do Mundo, foi responsabilizado. Segundo o presidente, a gordura em excesso foi o problema do atacante do Milan. “Como é que um atleta (Ronaldo) pode chegar a uma Copa pesando 98 quilos? Eu tenho quase isso e não sou atleta”, continuou.

Para Teixeira, o Brasil precisa achar um substituto para o jogador: “Com quantos anos está Ronaldo hoje? Com quantos anos ele estará em 2010 na Copa? É só isso que eu tenho a dizer”, insinuou. Ronaldo estará com 33 anos na Copa da África do Sul.

O presidente da CBF explicou também que a escolha de Dunga para o cargo de treinador teve como justificativa justamente a fraca campanha e a falta de liderança de Parreira em contornar os problemas citados. “Por isso é que eu preciso de disciplina e esse é o papel de Dunga”, completou.

 

Fonte : UOL Esportes